sábado, 19 de maio de 2012
Destaque | O BISONTE - MUNDOS & FUNDOS - 2012 | Portugal
Género
Rock
Se alguma vez pensaram que o rock puro e duro em português nunca tinha existido ou tinha desaparecido, então têm de fazer uma grande vénia aos portuenses "O Bisonte". Este quarteto da cidade Invicta, constituído por Davide Lobão (voz), Gualter Barros (bateria), Guilherme Lapa (baixo) e João Carvalho (guitarra) mostra que o idioma nacional é tão propício como qualquer outro, para sentir o rock a passar nas veias.
Após o sucesso que foi "Ala", "O Bisonte" lança "Mundos e Fundos": um LP gravado totalmente em modo live nos Estúdios Sá da Bandeira, no Porto. Sabendo que este modo de gravação é louvável e, acima de tudo (neste caso), muito bem executado, sente-se ao longo do disco que se tivessem tomado mais tempo, alguns pequenos erros podiam ter sido evitados, e algo mais podia ter sido adicionado. No final de contas, e segundo o facebook da banda, todo o LP foi gravado em dois dias. Porém, de certo modo, esta execução dos temas de "Mundos e Fundos" com tamanha confiança, não só traduz um estilo "rockeiro à antiga", como revela uma enorme preparação dos quatro elementos integrantes do projecto.
É sem sombra de dúvida um projecto a ter em conta. Toda a composição musical é muito particular, sugestiva e requer muita alma, notoriamente. As letras escritas para esta composição incrível, são como "a cereja no topo do bolo". Repletas de significado, actuais e, ao contrário do que se ouve hoje em dia, poéticas, em certos casos. A junção destas duas partes, escritas obviamente com o coração e com a ajuda do corpo, fazem de "O Bisonte" algo de especial.
Neste disco em particular, posso destacar as sonoridades de "Debandada", "Músculo", "Mundos e Fundos", e "Seis Estátuas". Apesar de todas estarem bem executadas, estas são as que ditam melhor esta composição tão particular que já referi.
Durante algum tempo, para alguns que me comunicavam, surgia um problema que foi bem citado em "Três Vivas" onde é dito "Pai, não entendo o que eles querem". Pois então, para quem quer o verdadeiro rock, concertos activos e com muita presença eu digo que a solução esta no pasto mais próximo.
www.facebook.com/obisonte
www.myspace.com/obisonte
obisonte.bandcamp.com
www.youtube.com/obisonte
Destaque | ANATHEMA - WEATHER SYSTEMS - 2012 | Inglaterra
Género
Rock Alternativo / Progressivo
Quando se fala em música emotiva os Anathema são sempre uma das primeiras bandas a serem mencionadas graças a albums como A Natural Disaster e o brilhante We're Here Because We're Here, que já data de 2010, volvidos dois anos e duas passagens pelo nosso pais, eis que a banda Liverpool regressa com a mesma intensidade.
O We're Here Because We're Here mostrou os Anathema a irem por outros caminhos mais lentos dentro do Rock Progressivo, algo que não agradou a muitos fãs da banda, independentemente das críticas que o álbum recebeu não impediu de se tornar num dos melhores registo de Rock Progressivos dos últimos tempos ao lado da dupla Road Salt dos Pain Of Salvation, do Heritage dos Opeth e do Grace for Drowning Steven Wilson. Steven Wilson esse que chegou a produzir o We're Here Because We're Here, mas agora como anda ocupado com o seu projeto Storm Corrosion com Mikael Åkerfeldt não deu aqui o seu contributo.
Este Weather Systems mantem os Anathema na linha do Rock Progressivo. Nesta critica vou apenas falar das faixas que para mim se destacam mais, a faixa inicial “Untouchable” tem duas partes, a primeira parece que a banda foi buscar inspiração ao Post-Rock devido á sua composição ‘on growing’, na segunda parte Lee Douglas mostra a sua importância na banda. Depois de meio deste trabalho encontramos “The Storm Before the Calm” soa a algo saído de um registo dos Nine Inch Nails e “The Beginning and the End” é capaz de ser a musica mais emocional que aqui encontramos e é mais um exemplo perfeito da grande qualidade das letras dos Anathema, “And somewhere inside is the key / To everything I want to feel / But the dark summer dawns of my memory / Are lost in a place that can never be.”.
No geral é um grande registo e mais versátil que o We're Here Because We're Here, gostava de falar um pouco mais do álbum mas vou deixa-lo falar por si mesmo, vai sem duvida para a lista de melhores do ano como já é habitual a cada lançamento dos Anathema. 9.1
It’s safe to say that you’re attracted to metal for one of several reasons and those reasons aren’t really just ’cause you’re a working class kid who wants to wear a leather jacket. No, it’s probably because of the way the music is constructed. For example, you might love metal because of its epic scope. Metal, aside from classical music and jazz, is basically the last of the non-simplistic music forms left (and the only popular one). Whether you like them or hate them bands like Symphony X or Opeth or Wolves in the Throne Room have in common that they build up epic musical landscapes that move the listener. Guitar melodies and complex harmonies might appeal to you or the pulsing beats of music as it chugs forward. That’s also why metal guys seem to have a surprising amount of overlap in non-metal music as well, like Muse. I certainly didn’t think anyone would love Vienna Teng when I reviewed her album—and I’ve received a lot of feedback from metal dudes who really thought that album was golden, because there’s a progressive intelligence to her music that we as metalheads appreciate.
Anathema, despite no longer really being a metal band, has all of those above qualities in spades. Though, it’s safe to say that Weather Systems, the latest in a string of releases from Liverpool’s finest, is the most ‘metal’ of the band’s releases since 1999′s Judgement. But it’s not metal because it’s heavy per se, but it still maintains the heft of a metal band—it’s like you can take the dirty hippy out of metal, but you can’t ever really take the metal out of the dirty hippy. The first track on the record, “Untouchable, Pt. 1″, exemplifies this perfectly. While the song sports nothing particularly metal in the topic (aw, lurve), the music is a steady build up to a head nodding peak in classic Anathema style. And while its musical counterpart “Untouchable, Pt. 2″ does not reach the fever pitch of its predecessor, it still builds out an epic landscape of beautiful orchestrations before tapering off into a delicate Lee Douglas outro.
But this isn’t a fluke: “The Gathering of Clouds” features 16th note finger picking that easily could be transposed onto a double bass kick, while the vocals and build up sad, but beautiful melodies that intertwine and the song builds—like a storm cloud. It’s companion song “Lightning Song” also has some of the heaviest drums on an Anathema song since “Pressure” on A Fine Day to Exit, and I dare say that “Sunlight” follows right along the same tracks. And these epic builds and throbbing rhythmic sections coupled with melancholic melodies and vocals are the trademark of Anathema in their new era, but there’s something that pulls me back to their older material and (thankfully) a lot less to Coldplay than they’ve sounded.
All of this is not to say that they’re not the same post-metal, progressive band that they have been since the late 90s. Their love of Pink Floyd screams through on tracks like “The Storm before the Calm,” where the guitar solo at the end of the song in the context of the orchestral build reminds me of “Comfortably Numb” something fierce (the feel, not the melody). “The Beginning and the End,” “The Lost Child” and “Internal Landscapes” go hand-in-hand with We’re Here Because We’re Here—particularly the closing track’s voice over about a near death experience: “I can say: I was peace, I was love.” This is more along the lines of what we have come to expect from the band and which works fantastically well.
For me, the biggest downside of the record is that it starts out very quickly with these building, epic songs and almost an urgency that its more stormy, calm second half doesn’t quite live up to. One could almost have reversed the order of songs (the last 5 first and then the pairs last) and the record would flow more like one would actually expect it to. And, to be fair, I do get kinda bored with the first half of “The Storm before the Calm,” even if the second half is majestic. But that’s a pretty minor complaint in the scheme of things, this album has everything I love in my metal: epic orchestrations, building song structures, emotional poignancy and vocal performances that one can latch onto. It shows Anathema coming back into their best, I think. And any old or prospective fan of the band should check it out. Fantastic.
facebook.com/weareanathema
kscopemusic.com/anathema
facebook.com/weareanathema
kscopemusic.com/anathema
sábado, 12 de maio de 2012
PROGRAMA 8 (12-5-2012)
Kultiration - Ever Changing
Souls of Fire - Estado de Guerra
Freddy Locks - Good Rasta
Urbanvibsz - Irie thougts
Sublime - Date Rape
The Kluba - Anti-cowboy
Melech Mechaya - Los Bentos
Anaquim - Hoje é um Bom Dia!
Tara Perdida - Chuta Cavalo (...e morrerás!)
Pennywise - Waste Another Day
The Mars Volta - This Apparatus Must Be Unearthed
System of a down - Suite-Pee
Shadowsphere - Gehenna
Sevendust - Pieces
36 Crazyfists - Turns To Ashes
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Destaque | MURDERING TRIPPING BLUES - 1ST TIME IN COLOR - 2012 | Portugal
Género
Rock'n'Roll / Blues
1st Time in Color é um álbum totalmente gravado ao vivo no Festival Paredes de Coura em 2011 e inclui sete temas que fizeram parte do alinhamento deste concerto e uma bonus track – Broken Lovers. Todos os temas deste álbum foram gravados diretamente da mesa de mistura e não sofreram alterações em estúdio, sendo um retrato fiel da interpretação da banda (…) 1st Time in Color, além de ser editado em Portugal, fará parte de uma Fuzz Box a ser editada na Alemanha, já esta primavera, que, além do álbum ao vivo, inclui os dois álbuns dos Murdering Tripping Blues – Knocking at the Backdoor Music e Share The Fire.
A acompanhar o lançamento do novo disco, os Murdering Tripping Blues lançaram igualmente um novo e completo site. Está lá tudo. O bom regresso de Henry Leone Johnson, Johnny Dynamite e Mallory Left Eye.
www.murderingtrippingblues.com
www.facebook.com/MTrippingBlues
www.myspace.com/murderingtrippingblues
Destaque | ELETRO CORDEL - OIÇO VOZES - 2012 | Portugal
Género
Rock
ELETRO CORDEL é um projecto de ambientes densos. O espaço ideal para textos que viajam por entre ruas e becos escuros de uma qualquer cidade. Textos que questionam a vida e desafiam a morte. Numa viagem por estilos que podem ir desde o ambiental, ao jazz, ao experimental, até ao rock onde ainda se encontra espaço para o diálogo entre a guitarra portuguesa e o acordeão, surge um som personalizado que torna difícil etiquetar este projecto.
É este o novo projecto do guitarrista e vocalista João Corrosão (Gazua), do baterista Rui Lucena (Corrosão Caótica) e do baixista Marco Vieira (ex-Komodo Wagon). O registo de apresentação chama-se “Oiço Vozes” e é um single com apenas três temas – “Bandido”, “Oiço Vozes” e “Pela Calada”. São mensageiros de tons e palavras, num disco gravado e misturado no estúdio Landscape por Luciano Barros e Rui Fingers, assistido por Joaquim Crestejo.
É só mesmo para abrir o apetite para o álbum de estreia…
pt-br.facebook.com/pages/Eletro-Cordel/239146816120933
palcoprincipal.sapo.pt/eletro_cordel
Destaque | PE7ERPANIC - DON'7 PANIC - 2012 | Portugal
Género
Surf / Blues / Rock
Peter Panic é o alter-ego de Pedro Botelho que, através deste projecto a solo explora as sonoridades surf, garage e blues, usando-se apenas de uma guitarra ou baixo, bombo, pratos, basspedal, kazoo e voz... Por curiosidade, mas também por necessidade, pois encontrar músicos em Vila Real que se identifiquem com estes estilos não é fácil, Peter Panic toca ao mesmo tempo todos os instrumentos enquanto canta, em inglês, as relações entre o homem e o sexo oposto... Canções curtas, cheias de ritmo, com um som limpo e «tremolado» a fazer lembrar os anos 60 ou sujo e avariado, mais próprio do punk dos anos 70, são a base de um espectáculo que ao vivo nos mostra que mesmo sozinho se consegue fazer uma banda... Uma coisa é certa… nesta banda ninguém falta aos ensaios!!!
soundcloud.com/pe7erpanic
www.myspace.com/pe7erpanic
www.facebook.com/pe7erpanico
Surf / Blues / Rock
Peter Panic é o alter-ego de Pedro Botelho que, através deste projecto a solo explora as sonoridades surf, garage e blues, usando-se apenas de uma guitarra ou baixo, bombo, pratos, basspedal, kazoo e voz... Por curiosidade, mas também por necessidade, pois encontrar músicos em Vila Real que se identifiquem com estes estilos não é fácil, Peter Panic toca ao mesmo tempo todos os instrumentos enquanto canta, em inglês, as relações entre o homem e o sexo oposto... Canções curtas, cheias de ritmo, com um som limpo e «tremolado» a fazer lembrar os anos 60 ou sujo e avariado, mais próprio do punk dos anos 70, são a base de um espectáculo que ao vivo nos mostra que mesmo sozinho se consegue fazer uma banda... Uma coisa é certa… nesta banda ninguém falta aos ensaios!!!
soundcloud.com/pe7erpanic
www.myspace.com/pe7erpanic
www.facebook.com/pe7erpanico
sábado, 5 de maio de 2012
PROGRAMA 7 (5-5-2012)
Laia - Ninfa
pg.lost - Maquina
Football, Etc - Sudden Death
Julie & the Carjackers - As We Walk Down This Road
The Open - We Can Never Say Goodbye
Secret And Whisper - Tiny Sparkle
The Black Turbo - Go Go
Bless The Oggs - This Is Our Last Night
Jaguar Love - Cherry Soda
Sparta - Cut Your Ribbon
Khoma - Osiris
Soen - Delenda
Tool - H.
Subscrever:
Mensagens (Atom)